Os 5 fatores que definem o preço
1. Distância entre o quadro e a vaga
É o fator que mais pesa. O circuito do carregador precisa de cabos de seção maior que os de uma tomada comum, e cada metro conta. Uma garagem ao lado do quadro custa bem menos que uma vaga a 40 metros, em outro pavimento.
2. Potência do carregador
Um wallbox de 7 kW exige cabos e proteções diferentes de um de 22 kW. Mais potência significa materiais mais robustos — e só vale a pena se o seu carro aceitar recarga nessa potência.
3. Capacidade do padrão de entrada
Se a entrada de energia da casa não suporta a carga extra, pode ser necessário trocar o disjuntor geral, o padrão ou até solicitar aumento de carga à concessionária. Uma boa avaliação identifica isso antes de começar.
4. Estado do quadro de distribuição
Quadros antigos, sem espaço livre, sem barramento de terra ou sem DPS precisam de adequação. Em muitos casos é a oportunidade de deixar toda a instalação da casa mais segura.
5. Tipo de passagem do cabo
Eletroduto aparente é mais simples; embutido em parede, piso ou subterrâneo exige mais mão de obra. Instalações externas pedem materiais com proteção contra água e sol.
O que entra em um orçamento completo
- Avaliação técnica da instalação existente
- Cabos dimensionados para carga contínua
- Disjuntor exclusivo para o carregador
- Dispositivo diferencial residual (DR) adequado à recarga veicular
- Dispositivo de proteção contra surtos (DPS)
- Eletrodutos, caixas e conexões
- Fixação do wallbox, configuração e testes com o veículo
- Documentação do serviço e garantia
Quanto você economiza carregando em casa
Um carro elétrico compacto consome, em média, de 12 a 18 kWh a cada 100 km. Mesmo pagando a tarifa residencial, o custo por quilômetro costuma ser bem menor que o de um carro a combustão — e fica ainda mais baixo para quem tem energia solar. Carregar em casa também evita filas e o preço mais alto dos carregadores rápidos públicos.
Como conseguir uma estimativa rápida
Envie pelo WhatsApp:
- Foto do padrão de entrada (onde fica o medidor), mostrando o disjuntor geral;
- Foto do quadro de distribuição aberto;
- Foto do local da vaga onde ficará o carregador;
- Distância aproximada entre o quadro e a vaga;
- Modelo do carro e, se já tiver, do carregador.
Com essas informações, passamos uma estimativa e, se necessário, agendamos a visita técnica.